História global, impérios e comparação
BAYLY, C. A. The Birth of the Modern World, 1780-1914. Blackwell, 2004. Síntese global que conecta instituições, religiões, nacionalismos e impérios.
BURBANK, Jane; COOPER, Frederick. Empires in World History: Power and the Politics of Difference. Princeton University Press, 2010. Compara repertórios imperiais sem supor Estado-nação como destino.
COOPER, Frederick. Colonialism in Question: Theory, Knowledge, History. University of California Press, 2005. Discute conceitos, escalas e limites de generalizações sobre colonialismo.
DARWIN, John. After Tamerlane: The Global History of Empire since 1405. Bloomsbury, 2007. Interpreta competição eurasiática e expansão ocidental em longa duração.
DARWIN, John. The Empire Project: The Rise and Fall of the British World-System, 1830-1970. Cambridge University Press, 2009. Analisa a arquitetura econômica e política do sistema britânico.
HOBSBAWM, Eric. The Age of Capital, 1848-1875. Vintage, edições diversas. Síntese clássica sobre burguesia, indústria e transformações pós-1848.
HOBSBAWM, Eric. The Age of Empire, 1875-1914. Vintage, edições diversas. Obra clássica sobre capitalismo, nacionalismo, império e política de massa.
OSTERHAMMEL, Jürgen. Colonialism: A Theoretical Overview. Markus Wiener, 1997. Define formas coloniais com precisão comparativa.
OSTERHAMMEL, Jürgen. The Transformation of the World: A Global History of the Nineteenth Century. Princeton University Press, 2014. Referência ampla sobre mobilidade, Estado, cidade, império e tempo histórico.
POMERANZ, Kenneth. The Great Divergence. Princeton University Press, 2000. Compara Europa e Ásia com atenção a energia, ecologia e colônias.
STOLER, Ann Laura. Along the Archival Grain. Princeton University Press, 2009. Ensina a ler incerteza e categorias dentro do arquivo colonial.
PUTNAM, Lara. The Transnational and the Text-Searchable: Digitized Sources and the Shadows They Cast. The American Historical Review, v. 121, n. 2, p. 377-402, 2016. DOI: 10.1093/ahr/121.2.377. Ensaio metodológico sobre pesquisa transnacional em acervos digitalizados e os vieses criados pela busca de texto.
Indústria, tecnologia, finanças e ambiente
ADAS, Michael. Machines as the Measure of Men. Cornell University Press, 1989. Examina como tecnologia foi usada para classificar sociedades e justificar império.
ALLEN, Robert C. The British Industrial Revolution in Global Perspective. Cambridge University Press, 2009. Explica incentivos econômicos, energia e inovação britânica em comparação global.
BECKERT, Sven. Empire of Cotton. Knopf, 2014. Conecta campo, escravidão, indústria, Estado e mercado mundial do algodão.
CHANDLER, Alfred D. Scale and Scope. Harvard University Press, 1990. Estuda crescimento de grandes empresas industriais em países centrais.
HEADRICK, Daniel R. The Tools of Empire. Oxford University Press, 1981. Relaciona tecnologia e expansão imperial, sem substituir explicação política.
HEADRICK, Daniel R. The Tentacles of Progress. Oxford University Press, 1988. Analisa transferência tecnológica e infraestrutura no mundo imperial.
HUGHES, Thomas P. Networks of Power. Johns Hopkins University Press, 1983. História comparativa dos sistemas elétricos e de suas escolhas institucionais.
LANDES, David S. The Unbound Prometheus. Cambridge University Press, edições diversas. Síntese clássica da industrialização europeia, útil quando contrastada com estudos globais.
MOKYR, Joel. The Enlightened Economy. Yale University Press, 2009. Relaciona cultura de conhecimento, técnica e industrialização britânica.
SMIL, Vaclav. Creating the Twentieth Century. Oxford University Press, 2005. Explica inovações materiais e energéticas que se consolidaram antes de 1914.
STEARNS, Peter N. The Industrial Revolution in World History. Westview, edições diversas. Introdução comparativa a industrializações e seus efeitos sociais.
Trabalho, cidades e movimentos sociais
ELEY, Geoff. Forging Democracy. Oxford University Press, 2002. História ampla da esquerda europeia, dos movimentos sociais à política de massa.
HOBSBAWM, Eric. Labouring Men. Weidenfeld & Nicolson, 1964. Ensaios clássicos sobre trabalho e organização operária.
JOYCE, Patrick. The Rule of Freedom. Verso, 2003. Mostra como liberalismo, cidade e administração produziram novas formas de governo.
LUCASSEN, Jan. The Story of Work. Yale University Press, 2021. Longa história global do trabalho, útil para não reduzir o período à fábrica europeia.
SEWELL JR., William H. Work and Revolution in France. Cambridge University Press, 1980. Analisa linguagem de trabalho, ofício e política francesa.
THOMPSON, E. P. The Making of the English Working Class. Vintage, edições diversas. Obra central sobre experiência e agência na formação de classe.
VAN DER LINDEN, Marcel. Workers of the World. Brill, 2008. Propõe história global do trabalho além do assalariado formal.
Nacionalismos, Alemanha, Itália e França
ANDERSON, Benedict. Imagined Communities. Verso, edições diversas. Formulação influente sobre imprensa, soberania e comunidade nacional.
BLACKBOURN, David. History of Germany, 1780-1918: The Long Nineteenth Century. Blackwell, 2003. Síntese política e social equilibrada.
CLARK, Christopher. Iron Kingdom: The Rise and Downfall of Prussia, 1600-1947. Harvard University Press, 2006. Contextualiza Estado prussiano e unificação.
HOBSBAWM, Eric. Nations and Nationalism since 1780. Cambridge University Press, edições diversas. Distingue construção nacional de essência histórica.
RIALL, Lucy. The Italian Risorgimento. Routledge, 1994. Introdução crítica a unificação, mobilização e interpretações italianas.
RETALLACK, James. Germany's Second Reich. University of Toronto Press, 2015. Reavalia política, participação e autoridade no Império Alemão.
WEBER, Eugen. Peasants into Frenchmen. Stanford University Press, 1976. Estuda escola, estrada, exército e nacionalização da França rural.
SHEEHAN, James J. German History, 1770-1866. Oxford University Press, 1993. Síntese de longa duração sobre estruturas políticas, sociedade e transformações alemãs anteriores à unificação, útil para situar 1848 e a predominância prussiana.
Rússia, Habsburgos e Europa oriental
BURBANK, Jane. Russian Peasants Go to Court. Indiana University Press, 2004. Demonstra uso camponês de tribunais e agência dentro do império.
DEÁK, István. Beyond Nationalism: A Social and Political History of the Habsburg Officer Corps. Oxford University Press, 1990. Analisa lealdade imperial e diversidade no exército.
HOSKING, Geoffrey. Russia: People and Empire, 1552-1917. Harvard University Press, 1997. Síntese de Estado, identidade e expansão.
JUDSON, Pieter M. The Habsburg Empire: A New History. Harvard University Press, 2016. Rejeita narrativa simples de decadência e mostra negociação imperial.
LIEVEN, Dominic. Empire: The Russian Empire and Its Rivals. Yale University Press, 2000. Compara recursos, fronteiras e competição entre grandes impérios.
MILLER, Alexei. The Romanov Empire and Nationalism. Central European University Press, 2008. Estuda políticas nacionais e alternativas imperiais.
WEEKS, Theodore R. Nation and State in Late Imperial Russia. Northern Illinois University Press, 1996. Examina russificação e políticas ocidentais do império.
Império Otomano, Egito e Irã
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COLE, Juan. Colonialism and Revolution in the Middle East. Princeton University Press, 1993. Reconstrói movimento Urabi e ocupação britânica do Egito.
DERINGIL, Selim. The Well-Protected Domains. I. B. Tauris, 1998. Analisa ideologia, legitimidade e centralização sob Abdülhamid II.
FORTNA, Benjamin C. Imperial Classroom. Oxford University Press, 2002. Compara educação e formação política nos impérios Otomano e russo.
HANIOĞLU, M. Şükrü. A Brief History of the Late Ottoman Empire. Princeton University Press, 2008. Síntese institucional e intelectual do império tardio.
KEDDIE, Nikki R. Modern Iran: Roots and Results of Revolution. Yale University Press, 2003. Contextualiza Qajar, tabaco e constitucionalismo.
MITCHELL, Timothy. Colonising Egypt. Cambridge University Press, 1988. Estudo influente sobre disciplina, representação e Estado colonial.
OWEN, Roger. The Middle East in the World Economy, 1800-1914. I. B. Tauris, 1981. Liga agricultura, dívida, comércio e integração desigual.
QUATAERT, Donald. The Ottoman Empire, 1700-1922. Cambridge University Press, 2005. Introdução que destaca trabalho, economia e transformação.
ZÜRCHER, Erik J. Turkey: A Modern History. I. B. Tauris, edições diversas. Acompanha constitucionalismo, Jovens Turcos e transição política.
Índia e o Raj
BAYLY, C. A. Indian Society and the Making of the British Empire. Cambridge University Press, 1988. Mostra como redes indianas moldaram Estado colonial.
BOSE, Sugata; JALAL, Ayesha. Modern South Asia. Routledge, edições diversas. Síntese regional que conecta colonialismo, economia e nacionalismos.
COHN, Bernard S. Colonialism and Its Forms of Knowledge. Princeton University Press, 1996. Analisa censo, direito, idioma e classificação colonial.
GOSWAMI, Manu. Producing India. University of Chicago Press, 2004. Relaciona espaço econômico, ferrovia e imaginação nacional.
METCALF, Barbara D.; METCALF, Thomas R. A Concise History of Modern India. Cambridge University Press, edições diversas. Síntese acessível e rigorosa.
METCALF, Thomas R. Ideologies of the Raj. Cambridge University Press, 1994. Examina linguagens de diferença e governo colonial.
MUKHERJEE, Rudrangshu. Awadh in Revolt, 1857-1858. Permanent Black, edições diversas. Estudo regional da rebelião além da narrativa de motim.
SATYA, Laxman D. Cotton and Famine in Berar, 1850-1900. Manohar, 1997. Liga agricultura comercial, receita, crédito e crise.
WAGNER, Kim A. The Great Fear of 1857. Peter Lang, 2010. Analisa rumores, medo e violência colonial sem reduzir o conflito a uma causa.
China Qing e República
COHEN, Paul A. History in Three Keys: The Boxers as Event, Experience, and Myth. Columbia University Press, 1997. Modelo de comparação entre evento, memória e interpretação.
ESHERICK, Joseph W. The Origins of the Boxer Uprising. University of California Press, 1987. Reconstrução regional que explica coalizões, ambiente e religião.
KUHN, Philip A. Origins of the Modern Chinese State. Stanford University Press, 2002. Analisa dilemas de centralização e soberania do Qing tardio.
PLATT, Stephen R. Autumn in the Heavenly Kingdom. Knopf, 2012. Narrativa documentada da fase final da guerra Taiping e de suas conexões externas.
ROWE, William T. China's Last Empire: The Great Qing. Harvard University Press, 2009. Síntese institucional, social e econômica do império.
SPENCE, Jonathan D. The Search for Modern China. W. W. Norton, edições diversas. Introdução ampla à transformação chinesa.
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Japão, Coreia e Leste Asiático
DUDDEN, Alexis. Japan's Colonization of Korea. University of Hawai'i Press, 2005. Examina linguagem jurídica, tratados e dominação colonial.
DUUS, Peter. The Abacus and the Sword. University of California Press, 1995. Estudo fundamental do imperialismo japonês na Coreia.
GORDON, Andrew. A Modern History of Japan. Oxford University Press, edições diversas. Síntese social e política do Tokugawa tardio ao Japão moderno.
HOWELL, David L. Geographies of Identity in Nineteenth-Century Japan. University of California Press, 2005. Analisa fronteiras, Ainu e construção territorial.
JANSEN, Marius B. The Making of Modern Japan. Harvard University Press, 2000. Síntese extensa de instituições e atores da transformação Meiji.
PYLE, Kenneth B. Japan Rising. PublicAffairs, 2007. Explica estratégia internacional e construção de poder japonês.
RAVINA, Mark. To Stand with the Nations of the World. Oxford University Press, 2017. Interpreta Restauração Meiji como revolução política conectada globalmente.
SCHMID, Andre. Korea Between Empires, 1895-1919. Columbia University Press, 2002. Estuda nacionalismo coreano entre China, Japão e modernidade imperial.
Sudeste Asiático e Pacífico
ANDERSON, Benedict. Imagined Communities. Verso, edições diversas. Seus casos do Sudeste Asiático iluminam imprensa, censos e nacionalismo colonial.
BELICH, James. Replenishing the Earth. Oxford University Press, 2009. Compara sociedades de colonização britânica, migração e expansão territorial.
FURNIVALL, J. S. Colonial Policy and Practice. Cambridge University Press, 1948. Clássico sobre Birmânia e Indonésia, a ser lido com historiografia posterior.
ILETO, Reynaldo C. Pasyon and Revolution. Ateneo de Manila University Press, 1979. Analisa linguagem popular e mobilização na Revolução Filipina.
RAFAEL, Vicente L. Contracting Colonialism. Cornell University Press, 1988. Estuda tradução, religião e poder nas Filipinas espanholas.
STEINBERG, David Joel, ed. In Search of Southeast Asia. University of Hawai'i Press, edições diversas. Síntese regional de longa duração.
TARLING, Nicholas. Imperialism in Southeast Asia. Routledge, 2001. Compara expansão e administração das potências coloniais.
WINICHAKUL, Thongchai. Siam Mapped. University of Hawai'i Press, 1994. Obra central sobre cartografia, fronteira e geocorpo nacional.
África, partilha e colonialismo
AFIGBO, A. E. Ropes of Sand. Oxford University Press, 1981. Analisa governo indireto e transformação de autoridades no sudeste nigeriano.
BOAHEN, A. Adu, ed. General History of Africa, vol. VII: Africa under Colonial Domination, 1880-1935. UNESCO, 1985. Síntese coletiva com foco em respostas africanas.
CROWDER, Michael. West Africa under Colonial Rule. Northwestern University Press, 1968. Estudo clássico, útil em diálogo com trabalhos recentes.
GEWALD, Jan-Bart. Herero Heroes. James Currey, 1999. Reconstrói política, identidade e guerra na Namíbia colonial.
HULL, Isabel V. Absolute Destruction. Cornell University Press, 2005. Relaciona cultura militar alemã, administração e violência colonial.
ILIFFE, John. Africans: The History of a Continent. Cambridge University Press, edições diversas. Síntese de longa duração centrada em sociedades africanas.
MAMDANI, Mahmood. Citizen and Subject. Princeton University Press, 1996. Formula análise influente sobre cidadania urbana e autoridade rural colonial.
PAKENHAM, Thomas. The Scramble for Africa. Random House, 1991. Narrativa acessível, melhor utilizada com obras africanas e estudos regionais.
REID, Richard J. A History of Modern Africa. Wiley-Blackwell, edições diversas. Síntese que destaca guerra, Estado e agência africana.
ROBINSON, Ronald; GALLAGHER, John. Africa and the Victorians. Macmillan, 1961. Clássico sobre estratégia e expansão, sujeito a revisão historiográfica.
SUNSERI, Thaddeus. Wielding the Ax. Ohio University Press, 2009. Relaciona floresta, ciência, trabalho e colonialismo na Tanzânia.
WESSELING, H. L. Divide and Rule. Praeger, 1996. História comparativa da partilha africana entre potências europeias.
YOUNG, Crawford. The African Colonial State in Comparative Perspective. Yale University Press, 1994. Compara instituições e heranças do Estado colonial.
ZIMMERER, Jürgen; ZELLER, Joachim, eds. Genocide in German South-West Africa. Merlin Press, 2008. Estudos sobre guerra, desapropriação e genocídio Herero e Nama.
Escravidão, emancipação e pós-abolição
ALBUQUERQUE, Wlamyra R. de. O jogo da dissimulação. Companhia das Letras, 2009. Analisa raça, cidadania e política na Bahia pós-abolição.
ANDREWS, George Reid. Afro-Latin America, 1800-2000. Oxford University Press, 2004. Síntese comparativa de liberdade, trabalho e política negra.
CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. Companhia das Letras, edições diversas. Reconstrói ações de pessoas escravizadas no processo de abolição no Rio.
DU BOIS, W. E. B. Black Reconstruction in America. Harcourt, 1935; edições modernas. Interpretação fundadora da agência negra na Reconstrução.
FONER, Eric. Reconstruction: America's Unfinished Revolution, 1863-1877. Harper & Row, 1988. Referência central sobre emancipação e cidadania nos Estados Unidos.
FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade. Editora da Unicamp, 2006. Acompanha trajetórias de libertos e antigos proprietários na Bahia.
HAHN, Steven. A Nation under Our Feet. Harvard University Press, 2003. Analisa política rural negra no Sul dos Estados Unidos.
HOLT, Thomas C. The Problem of Freedom. Johns Hopkins University Press, 1992. Compara emancipação e trabalho na Jamaica e no mundo britânico.
MATTOS, Hebe. Das cores do silêncio. Nova Fronteira, edições diversas. Estuda significados de liberdade e cidadania no sudeste escravista e pós-abolicionista.
SCOTT, Rebecca J. Degrees of Freedom. Harvard University Press, 2005. Compara pós-emancipação em Cuba e Louisiana.
Américas, fronteiras e império
ALONSO, Angela. Flores, votos e balas. Companhia das Letras, 2015. Reconstrói o movimento abolicionista brasileiro como mobilização política ampla.
BANNER, Stuart. How the Indians Lost Their Land. Harvard University Press, 2005. Analisa tratados, direito e desapropriação indígena nos Estados Unidos.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem e Teatro de sombras. Civilização Brasileira, edições diversas. Estuda elites, burocracia e política imperial brasileira.
GRANDIN, Greg. Empire's Workshop. Metropolitan Books, 2006. Interpreta América Latina como espaço de formação do poder imperial dos Estados Unidos.
HÄMÄLÄINEN, Pekka. The Comanche Empire. Yale University Press, 2008. Centraliza poder indígena na história da fronteira norte-americana.
HOGANSON, Kristin L. Fighting for American Manhood. Yale University Press, 1998. Relaciona gênero, política e expansão dos Estados Unidos em 1898.
KNIGHT, Alan. The Mexican Revolution. Cambridge University Press, 1986. Estudo de referência sobre coalizões, regiões e causas da revolução.
LAFEBER, Walter. The New Empire. Cornell University Press, edições diversas. Clássico sobre economia e expansão norte-americana de 1860 a 1898.
OSTLER, Jeffrey. Surviving Genocide. Yale University Press, 2019. Analisa violência colonial e sobrevivência indígena nos Estados Unidos.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. Companhia das Letras, 2015. Síntese nacional ampla com escravidão, império e república.
Migrações, fronteiras e linha global de cor
GABACCIA, Donna R. Italy's Many Diasporas. University of Washington Press, 2000. Conecta migração italiana, retorno, política e identidade.
HOERDER, Dirk. Cultures in Contact. Duke University Press, 2002. História mundial das migrações e encontros culturais.
LAKE, Marilyn; REYNOLDS, Henry. Drawing the Global Colour Line. Cambridge University Press, 2008. Compara políticas raciais de imigração em impérios de povoamento.
MCKEOWN, Adam. Melancholy Order. Columbia University Press, 2008. Estuda migração asiática, documentos e controle fronteiriço.
MOYA, José C. Cousins and Strangers. University of California Press, 1998. Análise detalhada da imigração espanhola em Buenos Aires.
NORTHRUP, David. Indentured Labor in the Age of Imperialism, 1834-1922. Cambridge University Press, 1995. Compara recrutamento, contrato e diásporas do trabalho.
Diplomacia, armamentos e crise de 1914
CLARK, Christopher. The Sleepwalkers. Harper, 2012. Reconstrói decisões e interações que levaram à guerra sem causalidade única.
JOLL, James; MARTEL, Gordon. The Origins of the First World War. Routledge, edições diversas. Guia clássico aos debates historiográficos.
KENNEDY, Paul. The Rise and Fall of the Great Powers. Random House, 1987. Relaciona economia, estratégia e extensão imperial.
MACMILLAN, Margaret. The War That Ended Peace. Random House, 2013. Narrativa diplomática ampla das escolhas anteriores a 1914.
STEVENSON, David. Armaments and the Coming of War: Europe, 1904-1914. Oxford University Press, 1996. Estudo preciso de planejamento, orçamento e risco.
STRACHAN, Hew. The First World War, vol. I: To Arms. Oxford University Press, 2001. Situa guerra em contexto imperial e global.
Fontes primárias em edições modernas
ATA GERAL DA CONFERÊNCIA DE BERLIM. Texto de 1885 em arquivos diplomáticos e edições acadêmicas. Distinguir cláusulas internacionais de ocupação posterior.
CONSTITUIÇÃO DO IMPÉRIO DO JAPÃO. Texto de 1889 em arquivos japoneses e traduções acadêmicas. Ler com leis eleitorais e prática institucional.
CONSTITUIÇÃO OTOMANA. Texto de 1876 em edições acadêmicas. Comparar direitos declarados, suspensão parlamentar e restauração de 1908.
DU BOIS, W. E. B. The Souls of Black Folk. 1903; edições modernas. Fonte intelectual sobre raça, cidadania e experiência afro-americana.
FUKUZAWA, Yukichi. An Outline of a Theory of Civilization. 1875; Columbia University Press, tradução moderna. Debates Meiji sobre civilização e Estado.
LEI ÁUREA. Texto de 13 de maio de 1888 no Arquivo Nacional e em acervos legislativos. A brevidade jurídica exige cruzamento com mobilização social.
NAOROJI, Dadabhai. Poverty and Un-British Rule in India. 1901; edições modernas. Formula crítica econômica nacionalista ao dreno de riqueza.
NABUCO, Joaquim. O abolicionismo. 1883; edições modernas. Fonte central da campanha brasileira, a ser comparada com imprensa e ação de escravizados.
PROCLAMAÇÃO DE EMANCIPAÇÃO E EMENDAS 13ª, 14ª E 15ª. National Archives dos Estados Unidos. Permitem distinguir guerra, abolição, cidadania e voto.
WELLS, Ida B. Southern Horrors. 1892; edições modernas. Jornalismo e denúncia da violência racial, a ser lido com contexto de circulação e campanha.