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CRONOLOGIA GERAL
Entradas cronológicas consolidadas dos volumes da coleção História Comparada — Impérios, preservando coexistências, incertezas e o volume de origem.
Encerra a bipolaridade estatal e amplia a vantagem estratégica dos EUA
Demonstra coalizão, logística e superioridade tecnológica sob mandato internacional
Transforma integração econômica em projeto político e monetário; o tratado seria assinado em 1992
Abre caminho institucional para negociação democrática e nova posição regional sul-africana
Institucionaliza clima e desenvolvimento sustentável na agenda global
Expõe limites da resposta europeia e da proteção internacional
Amplia soberania compartilhada, cidadania e mercado integrado
Cria processo de paz incompleto e instituições palestinas limitadas
Reordena legitimidade doméstica e diplomacia regional
Revela falha extrema de prevenção e proteção internacional
Aprofunda produção regional integrada e debate sobre trabalho
Fortalece regras comerciais e mecanismo de solução de controvérsias
Combina força externa, negociação e administração internacional
Mostra mobilidade de capitais, fragilidade cambial e papel do FMI
Testa a fórmula um país, dois sistemas
Cria base do Tribunal Penal Internacional
Confirma pluralização do poder nuclear fora do regime central
Intensifica debate entre proteção, legalidade e soberania
Consolida união monetária sem completa união fiscal
Torna visível a contestação social à globalização
Organizam metas internacionais mensuráveis
Acelera integração industrial e transformação das cadeias globais
Redefinem segurança, alianças, vigilância e intervenção
Abre guerra longa entre contraterrorismo e reconstrução estatal
Torna responsabilidade penal individual parte permanente da ordem jurídica internacional
Materializa integração e dependência monetária entre Estados
Expõe alcance militar e limites políticos do poder unipolar
Articula Índia, Brasil e África do Sul em cooperação política
Integra antigas áreas soviéticas e amplia fricção sobre segurança
Mobiliza redes humanitárias e evidencia desigualdade de capacidade