Semana 1 – Método e mundo de 1700
Leia a apresentação e os capítulos 1 e 2. Construa um quadro com Qing, Mogol, Otomano, Rússia, cinco formações africanas e impérios atlânticos. Para cada um, anote receita, trabalho e intermediário.
Produto: texto de uma página explicando por que 1700 não continha um vencedor inevitável.
Semana 2 – Ásia oriental e Sul da Ásia
Leia os capítulos 3, 4 e 5. Compare Qing, Tokugawa e Companhia na Índia sem usar fechado, decadente ou moderno como explicação. Consulte dois documentos do Asia for Educators.
Produto: matriz entre regulação comercial, soberania e força.
Semana 3 – Otomanos, Rússia e África
Leia os capítulos 6, 7 e 8. Escolha duas reformas e duas expansões. Identifique quem financiou, quem resistiu e que instituição local permaneceu.
Produto: artigo curto, Reforma não é cópia: quatro casos de 1700-1850.
Semana 4 – Escravização e abolição
Leia o capítulo 9 e use SlaveVoyages com filtros registrados. Combine dados agregados com uma narrativa individual e uma obra da bibliografia.
Produto: gráfico reproduzível, nota metodológica e parágrafo centrado nas pessoas.
Semana 5 – Iluminismos e revoluções atlânticas
Leia os capítulos 10 e 11. Compare declarações e constituições dos Estados Unidos, França e Haiti. Marque sujeito dos direitos, propriedade e exclusões.
Produto: quadro mito versus evidência sobre universalismo.
Semana 6 – Independências e ordem europeia
Leia os capítulos 12 e 13. Construa cronologia de 1808 a 1825 com Brasil, México, Andes, Haiti, Grécia e Congresso de Viena.
Produto: ensaio de 900 palavras sobre independência, guerra e continuidade.
Semana 7 – Indústria e novas colonizações
Leia os capítulos 14, 15 e 16. Siga algodão da plantação à fábrica e compare três formas coloniais: companhia, assentamento e tratado desigual.
Produto: fluxograma com custos humanos, energéticos e políticos.
Semana 8 – Síntese e publicação
Leia o capítulo 17 e os apêndices B e C. Escolha quatro formações coexistentes em 1850 e compare capacidades sem ranking. Revise cada afirmação de escala global.
Produto: artigo de blog entre 1.500 e 2.000 palavras, cinco referências, dois links de fonte primária e legenda de direitos para cada imagem.
Checklist final de estudo
- Diferencio revolução, reforma, independência e restauração?
- Explico a Companhia como governo construído com recursos indianos?
- Reconheço Haiti como revolução central, não nota lateral?
- Comparo abolição legal e coerções posteriores sem equipará-las?
- Explico industrialização por combinação de fatores?
- Distingo colonização de povoamento, enclave e tratado desigual?
- Localizo pelo menos cinco formações africanas por instituições próprias?
- Sei por que Qing, Tokugawa e Joseon não eram sociedades isoladas?
- Uso estimativas como estimativas e registro filtros?
- Verifico licença de cada imagem antes de publicar?
Encerramento e ponte para o Volume 11
Por volta de 1850, o mundo estava mais integrado e desigual, mas permanecia imperial e policêntrico. A passagem ao Volume 11 será tratada como continuidade e mudança de escala, não como ruptura súbita: indústria, finanças e poder naval britânicos haviam criado vantagens decisivas, enquanto Qing enfrentava tratados e grandes rebeliões, Rússia e Otomanos ampliavam reformas, Estados americanos disputavam escravidão, cidadania e fronteiras, e sociedades africanas continuavam a formar Estados e redes diante de pressões comerciais crescentes.
O Volume 11 poderá examinar c. 1850-1914: industrialização ampliada, nacionalismos, abolições, migrações, imperialismo de alta intensidade e resistências. A pergunta orientadora será como Estados e empresas converteram tecnologia, finanças e ideologias raciais em conquista territorial, enquanto povos colonizados criaram reformas, alianças e movimentos políticos próprios.
Continuidade da coleção: O próximo volume não começará com uma Europa simplesmente vitoriosa. Partirá de vantagens desiguais ainda contestadas e acompanhará como conquista, indústria, nacionalismo e resistência transformaram o mapa até a Primeira Guerra Mundial.