Semana 1 – Método e mundo de 1850
Leia apresentação e capítulos 1 e 2. Construa quadro com Grã-Bretanha, Qing, Rússia, Otomanos, Índia, Japão, cinco formações africanas e quatro Estados americanos. Para cada um, anote receita, trabalho, infraestrutura e soberania.
Produto: texto de uma página explicando por que vantagem britânica não equivalia a governo mundial.
Semana 2 – Indústria, cidade e trabalho
Leia capítulos 3 e 4. Escolha uma cadeia de aço, algodão, carvão, borracha ou eletricidade. Siga matéria-prima, capital, fábrica, transporte, consumo e resíduo.
Produto: fluxograma com benefício, dependência e custo deslocado em cada etapa.
Semana 3 – Nacionalismos e impérios europeus
Leia capítulos 5 e 6. Compare Itália, Alemanha, Rússia e Habsburgos sem supor que Estado-nação era solução natural. Use mapa linguístico e uma lei de cidadania.
Produto: matriz entre escola, exército, voto, idioma e autonomia.
Semana 4 – Otomanos, Índia e China
Leia capítulos 7, 8 e 9. Compare dívida, ferrovia, censo, reforma militar e constitucionalismo. Identifique quem financiou, traduziu, administrou e contestou.
Produto: artigo curto chamado Reforma não é cópia: três impérios em transformação.
Semana 5 – Japão, Sudeste Asiático e Pacífico
Leia capítulos 10 e 11. Compare Estado Meiji, Siam, Filipinas e uma colônia de povoamento. Distinga reforma defensiva, construção nacional e expansão imperial.
Produto: quadro mito versus evidência sobre modernização japonesa e sobrevivência siamesa.
Semana 6 – Áfricas e partilha colonial
Leia capítulos 12 e 13. Use UNESCO volume VII, uma fonte africana e um arquivo colonial. Compare Etiópia, Asante, Samori, Sokoto e uma região sob concessão.
Produto: cronologia que separa conferência, tratado, campanha, ocupação e resistência.
Semana 7 – Emancipação, Américas e migrações
Leia capítulos 14, 15 e 16. Compare Estados Unidos, Brasil, Cuba, Índia contratada e uma comunidade indígena. Marque lei, terra, trabalho, família, cidadania e mobilidade.
Produto: ensaio de 900 palavras sobre por que liberdade jurídica e liberdade material não são idênticas.
Semana 8 – Síntese e publicação
Leia capítulo 17 e apêndices B e C. Escolha cinco formações coexistentes em 1914 e compare capacidades sem ranking. Revise cada afirmação global e cada licença visual.
Produto: artigo de blog entre 1.500 e 2.000 palavras, seis referências, dois links de fonte primária, uma tabela autoral e legenda de direitos para cada imagem.
Checklist final de estudo
- Diferencio nacionalismo, Estado-nação e império?
- Explico industrialização como sistema, não invenção isolada?
- Reconheço trabalho feminino, doméstico, rural e coercitivo?
- Distingo dívida, influência, protetorado e colônia?
- Explico o Raj com recursos e intermediários indianos?
- Identifico reformas Qing antes de 1911?
- Relaciono Meiji a construção nacional e colonialismo?
- Sei o que a Conferência de Berlim decidiu e não decidiu?
- Centralizo instituições e escolhas africanas?
- Separo abolição legal de pós-abolição?
- Relaciono migração de massa a exclusão racial?
- Explico 1914 por sequência de decisões, não destino?
- Registro incerteza em estimativas?
- Verifico licença de cada imagem antes de publicar?
Encerramento e ponte para o Volume 12
Por volta de 1914, a integração do mundo era mais rápida, a indústria mais poderosa e a distribuição de soberania mais desigual. A passagem ao Volume 12 será tratada como continuidade e ruptura combinadas: impérios europeus controlavam territórios extensos; Japão e Estados Unidos também eram potências coloniais; movimentos anticoloniais haviam criado imprensa, associações, boicotes e linguagens nacionais; trabalhadores organizavam partidos e sindicatos; pessoas libertas e povos indígenas disputavam cidadania e terra. A guerra não apagaria essas estruturas – mobilizaria e transformaria muitas delas.
A guerra que começou na Europa seria mundial porque impérios recrutavam soldados, recursos, navios, crédito e trabalho em muitos continentes. Ela não suspenderia as histórias deste volume: transformaria nacionalismos, ampliaria Estados, aceleraria revoluções e abriria novas promessas de autodeterminação que continuariam distribuídas de forma desigual.
O Volume 12 poderá examinar c. 1914-1945: guerras mundiais, revoluções, crise econômica, fascismos, colonialismo, anticolonialismos, genocídio, transformações do trabalho e novos projetos internacionais. O desafio será explicar violência e ruptura com rigor, sem apagar sociedades que continuaram a criar política, ciência, cultura e redes de solidariedade.
Continuidade da coleção: O próximo volume começará com uma guerra imperial e seguirá suas consequências globais. A pergunta central será como mobilização total, revolução, crise e racismo de Estado alteraram soberania, cidadania e projetos de futuro entre 1914 e 1945.