Volume 8Recursos
Foram priorizadas universidades, museus, projetos de pesquisa, organismos internacionais e coleções que identificam autores, acervos e bibliografia. Vídeos são recomendados quando produzidos ou apresentados por especialistas. Disponibilidade, idioma e endereço podem mudar; consulte data, autoria e licença antes de reutilizar imagens. Columbia University – Asia for Educators: China, 1000-1450 Reúne cronologias, mapas, objetos e
Ler estudo →
Volume 8Roteiro de estudo
Leia apresentação e capítulos 1-2. Produza um mapa com centros, corredores e três níveis de controle. Registre cinco afirmações como seguras, prováveis ou debatidas. Leia capítulos 3-4. Compare Yuan, Ilcanato, Chagatai e Horda de Ouro. Depois escreva 500 palavras sobre continuidade entre Yuan e Ming, evitando a fórmula “estrangeiro versus nacional”. Leia capítulos 5-6. Construa uma tabela de legitimidade, receita, sucessão e c
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 1
Entre 1500 e 1700, circulações antigas ganharam novas direções. O Atlântico tornou-se corredor regular entre Europa, África e Américas; o cabo da Boa Esperança passou a integrar rotas europeias ao oceano Índico; a travessia anual entre Manila e Acapulco conectou prata americana, mercadorias asiáticas e finanças imperiais. Ainda assim, conexão não equivale a integração completa. A maior parte das pessoas continuava a viver em c
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 2
Por volta de 1500, o império Otomano controlava Constantinopla, grande parte dos Bálcãs e da Anatólia; logo avançaria sobre territórios mamelucos. A dinastia safávida ainda estava em formação no Irã. No norte da Índia, o sultanato de Delhi sob os Lodi coexistia com Gujarat, Bengala, Vijayanagara e outros poderes. Babur procurava uma base estável na Ásia Central e no Afeganistão. A China Ming governava uma população enorme por
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 3
Antes da conquista continental americana, portugueses e castelhanos criaram experiências nas ilhas atlânticas. Madeira, Açores, Canárias, Cabo Verde e São Tomé serviram como pontos de navegação, colonização e produção. Plantios de açúcar exigiram capital, terra, conhecimento agronômico, engenhos e trabalho coercivo. Nenhuma ilha ofereceu um modelo único, mas o conjunto criou repertórios depois adaptados no Brasil e Caribe. As
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 4
As ilhas do Caribe foram o primeiro espaço de colonização castelhana duradoura nas Américas. Espanhola tornou-se base de cidades, mineração, criação de animais e novas expedições. A palavra Taino reúne comunidades relacionadas, mas não elimina diferenças políticas entre chefias, aldeias e ilhas. Europeus dependeram inicialmente de alimentos, rotas e informações indígenas; depois, guerra, apropriação de terras, trabalho compuls
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 5
Depois da conquista, a Monarquia Hispânica criou vice-reinos, audiências, dioceses, municípios e corregimientos. Nova Espanha e Peru eram extensos demais para comando direto contínuo. Vice-reis representavam o monarca; audiências julgavam e aconselhavam; cabildos defendiam interesses urbanos; autoridades indígenas governavam comunidades e cobravam tributos. Jurisdições sobrepostas eram parte do sistema. A distinção jurídica en
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 6
A viagem de Vasco da Gama chegou a Calicute em 1498 usando conhecimentos de navegação acumulados no Atlântico e auxílio de pilotos no oceano Índico. Os portugueses encontraram mercados sofisticados, padrões de qualidade e diplomacia que não dominavam. Seus presentes pareceram modestos diante de expectativas cortesãs; seu desejo de acesso direto às especiarias confrontou mercadores e autoridades estabelecidos. Nos anos seguinte
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 7
Em 1500, os otomanos já controlavam Constantinopla e grande parte dos Bálcãs e da Anatólia. Selim I derrotou os safávidas em Chaldiran em 1514 e conquistou Síria e Egito dos mamelucos em 1516-1517. Solimão, o Magnífico, expandiu domínio na Hungria, no Mediterrâneo e no Iraque. A corte passou a governar territórios europeus, asiáticos e africanos de grande diversidade. Expansão não foi marcha ininterrupta. Viena resistiu em 152
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 8
Shah Ismail I conquistou Tabriz em 1501 e proclamou a dinastia safávida. Sua base incluía seguidores qizilbash, confederações tribais turcomanas ligadas por devoção ao líder. A conquista reuniu territórios iranianos antes fragmentados, mas a autoridade inicial dependia de chefes militares com recursos próprios. O novo governo promoveu o xiismo duodecimano como identidade oficial numa região de população majoritariamente sunita
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 9
Babur descendia de Timur e, por sua mãe, de Chinggis Khan. Depois de perder posições na Ásia Central, estabeleceu-se em Cabul e voltou-se para o norte da Índia. Em Panipat, em 1526, derrotou Ibrahim Lodi com combinação de cavalaria, fortificação de campanha e armas de pólvora. A vitória abriu Delhi e Agra, mas não criou imediatamente um império estável. O Baburnama registra paisagens, plantas, campanhas, afetos e julgamentos d
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 10
A dinastia Ming governava por imperador, grande burocracia civil, províncias, condados e elites locais. Exames confucianos selecionavam uma minoria de funcionários, enquanto famílias letradas, chefes comunitários e pessoal subalterno faziam o governo cotidiano. O ideal de Estado agrário coexistia com mercados dinâmicos. No século XVI, reformas reunidas sob o nome Single Whip converteram várias obrigações em pagamentos, frequen
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 11
Moscóvia expandiu-se entre principados da Rus e relações com canatos sucessores da Horda de Ouro. Ivan III consolidou território e linguagem de soberania; Ivan IV foi coroado tsar em 1547. A tomada de Kazan em 1552 e Astrakhan em 1556 levou Moscóvia ao Volga e incorporou populações muçulmanas e turcomanas. O Estado moscovita usava serviço militar de nobres, terras condicionais e chancelerias. Autocracia não significava adminis
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 12
No início do século XVI, Songhai era grande potência do Sahel. Askia Muhammad organizou campanhas, nomeações e relações com estudiosos e comerciantes muçulmanos. Gao, Timbuktu e Jenne ligavam agricultura do Níger, caravanas saarianas e centros de aprendizagem. Autoridade imperial variava com distância e acordos locais. Em 1591, uma força enviada pelo sultão saadiano do Marrocos atravessou o Saara e derrotou o exército songhai
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 13
Escravidão existia em muitas sociedades antes de 1500, com condições jurídicas diversas. O tráfico atlântico criou algo novo por escala, duração, racialização crescente, travessia oceânica e integração a plantações e minas americanas. Não surgiu completo em um ano: expandiu-se de precedentes ibéricos e africanos, contratos e mercados coloniais. No século XVI, ilhas atlânticas, Brasil e América espanhola receberam africanos esc
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 14
As críticas de Martinho Lutero a indulgências e autoridade eclesiástica, publicadas a partir de 1517, desencadearam controvérsia que se combinou com imprensa, proteção principesca e demandas locais. Reformas luteranas, calvinistas, radicais e anglicanas não formaram um bloco. A Igreja católica respondeu por concílios, novas ordens, disciplina clerical, educação e tribunais. Confessionalização descreve a colaboração e disputa e
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 15
A English East India Company recebeu carta em 1600; a Verenigde Oostindische Compagnie, VOC, foi criada em 1602. Acionistas investiam capital, diretores definiam estratégias e câmaras regionais equipavam navios. As cartas permitiam negociar tratados, manter fortalezas, cunhar moeda ou fazer guerra em zonas definidas. A fronteira entre empresa e Estado era deliberadamente porosa. A VOC possuía capital mais permanente e uma orga
Ler estudo →
Volume 9Capítulo 16
Em 1500, contatos entre Atlântico e outros oceanos eram recentes e descontínuos. Em 1700, frotas regulares, impérios coloniais e companhias ligavam portos americanos, africanos, europeus e asiáticos. Prata, açúcar, têxteis, especiarias, livros, plantas e pessoas circulavam em escalas ampliadas. Informação continuava lenta, mas agentes podiam planejar com base em travessias recorrentes. A integração foi desigual. Povos indígena
Ler estudo →