LEITURAS

Capítulos e estudos

Conteúdo editorial dos volumes, disponível para leitura e pesquisa na web.

Volume 9Apêndice A

Apêndice A. Cronologia analítica

As datas abaixo selecionam mudanças comparáveis, não todos os acontecimentos importantes. Uma batalha marca apenas parte de um processo; uma lei não garante aplicação imediata; uma fundação urbana pode apoiar-se em assentamentos anteriores. As colunas explicam por que cada data ajuda a compreender conexões e coexistências. Data Região Acontecimento Significado comparativo 1492 Caribe e Iberia Primeira viagem colombina chega ao

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Volume 9Apêndice B

Apêndice B. Quadros de coexistência

Espaço Formações Base de receita Conexões Tensão principal Américas Mexicas, Incas, maias e muitos poderes regionais Tributo, trabalho, agricultura e mercados Redes americanas sem ligação atlântica regular anterior Rivalidades, sucessão e expansão África Songhai, Kongo, Benin, Etiópia, Bornu e cidades suaílis Agricultura, tributo, ouro e comércio Saara, Nilo, Índico e Atlântico costeiro Fronteiras e concorrência comercial Euro

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Volume 9Apêndice C

Apêndice C. Matrizes comparativas

Formação Delegado Recurso delegado Controle do centro Risco Monarquia Hispânica Vice-rei, audiência, cabildo e cacique Justiça, receita e recrutamento Visita, apelação, nomeação e conselho Autonomia, conflito de jurisdição e corrupção Portugal ultramarino Governador, capitão e câmara Defesa, comércio e terra Regimentos, carreira e monopólio Comércio privado e distância Otomano Governador, sipahi e fazendeiro fiscal Receita e f

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Volume 9Apêndice D

Apêndice D. Glossário essencial

Absolutismo: Conceito usado para pretensões de soberania concentrada em monarcas europeus. Não significa poder sem limites práticos; cortes, privilégios, tribunais, crédito e províncias continuavam a mediar decisões. Aldeamento: Assentamento colonial, frequentemente missionário, que reunia populações indígenas para conversão, trabalho, defesa e administração. Podia oferecer mediação e também impor deslocamento e disciplina. As

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Volume 9Apêndice E

Apêndice E. Laboratório de fontes e atividades

Quem produziu a fonte e em qual posição social ou institucional? Quando foi produzida em relação ao acontecimento narrado? Para qual público e com qual objetivo? Que gênero organiza o texto ou objeto: petição, crônica, cadastro, pintura, lei, mapa ou conta? Quem aparece por voz própria e quem é classificado por terceiros? Que afirmação pode ser verificada com uma fonte de tipo diferente? O que a fonte não permite concluir? Res

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Volume 9Bibliografia

Bibliografia comentada

ADAMS, Julia. The Familial State: Ruling Families and Merchant Capitalism in Early Modern Europe. Cornell University Press, 2005. Explica como famílias governantes, elites mercantis e companhias articularam poder neerlandês. BENTON, Lauren. A Search for Sovereignty: Law and Geography in European Empires, 1400-1900. Cambridge University Press, 2010. Fundamental para compreender soberanias irregulares, corredores e enclaves. BEN

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Volume 9Recursos

Fontes digitais, cursos, aulas e documentários sérios

Os recursos abaixo pertencem a universidades, arquivos, museus, organismos científicos ou emissoras públicas. Isso não elimina vieses. Para cada item, verifique autoria, curadoria, bibliografia, data de atualização e direitos de uso. Documentário é porta de entrada, não substituto de monografia. Disponibilidade audiovisual pode variar por país. Getty Research Institute – Códice Florentino Digital, com texto, imagens e aparato

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Volume 9Roteiro de estudo

Roteiro de estudo em oito semanas

Leia a apresentação e os capítulos 1 e 2. Construa um mapa com cinco formações em cada grande região. Para cada uma, anote base fiscal e intermediário principal. Consulte a introdução de Conrad e um capítulo de Burbank e Cooper. Produto: uma página explicando por que 1500 não marca domínio europeu do mundo. Leia os capítulos 3, 4 e 5. Compare Cortés com o Livro XII do Códice Florentino e examine uma página de Guaman Poma. Use

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Volume 10Capítulo 1

1. Evidências, escalas e problemas de periodização

Visto retrospectivamente, o período parece conduzir à indústria britânica, aos Estados nacionais e ao imperialismo do século XIX. Essa visão transforma resultados em causas. Em 1700, o império Qing, o império Otomano e a formação mogol administravam populações, receitas e circuitos comerciais de enorme escala. Companhias europeias possuíam enclaves asiáticos, não um direito histórico ao domínio continental. Nenhum observador p

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Volume 10Capítulo 2

2. O mundo em 1700: expansão sem centro único

Em 1700, Qing governava a China e expandia-se pela Ásia interior. O império Mogol ainda era extenso, embora conflitos sucessórios, campanhas no Decão e disputas fiscais pressionassem o centro. Otomanos preservavam vastos territórios nos Bálcãs, Anatólia, Levante, Egito e norte africano. Safávidas enfrentavam tensões que culminariam na queda de Isfahan em 1722. A Rússia de Pedro I começava nova fase de guerra e reforma. Na Áfri

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Volume 10Capítulo 3

3. Império Qing: auge territorial, população e fronteiras

Qing não foi apenas continuação chinesa dos Ming. A casa Aisin Gioro governava por instituições manchus e chinesas, estandartes militares, burocracia civil, patronagem religiosa e linguagens diferentes para públicos diversos. Imperadores apresentavam-se como soberanos confucionistas na China, cãs em contextos mongóis e protetores do budismo tibetano em outras relações. O sistema de exames e magistrados preservou práticas Ming,

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Volume 10Capítulo 4

4. Tokugawa, Joseon e mares da Ásia oriental

O xogunato Tokugawa governava por uma estrutura composta. O xogum controlava relações externas, grandes cidades, terras e vassalos diretos; daimyo administravam domínios com receitas e políticas próprias. Residência alternada, casamentos regulados e obrigações de serviço limitavam autonomia sem eliminar governos regionais. Imperador e corte de Kyoto preservavam autoridade ritual. Camponeses eram registrados em aldeias responsá

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Volume 10Capítulo 5

5. Sul da Ásia: crise mogol, poderes marathas e governo de companhia

A morte de Aurangzeb em 1707 abriu nova disputa sucessória, mas não produziu desaparecimento instantâneo do império Mogol. O título imperial, a moeda, a língua administrativa, os mansabs e direitos de receita continuaram a organizar legitimidade. Governadores, chefes militares, banqueiros e zamindares buscaram maior autonomia enquanto ainda negociavam em nome do imperador. Hyderabad, Bengala e Awadh tornaram-se estados regiona

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Volume 10Capítulo 6

6. Otomanos, Egito e Irã: reformas dentro de ordens imperiais

O império Otomano não entrou em declínio linear depois de 1683. No século XVIII, arrecadação, comércio, vida urbana e poder provincial foram reorganizados. Contratos vitalícios de arrecadação, malikane, ligaram investidores e notáveis locais ao Estado. Famílias provinciais ampliaram influência, mas frequentemente governavam por títulos e recursos imperiais. Istambul continuou grande centro político e comercial. Cafés, oficinas

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Volume 10Capítulo 7

7. Rússia: império continental, servidão e fronteiras

Pedro I reorganizou exército, marinha, administração e serviço de elites durante guerras prolongadas. A vitória contra a Suécia na Grande Guerra do Norte e a fundação de São Petersburgo ampliaram acesso ao Báltico. Tabelas de patentes, novos colégios e impostos buscaram ligar status ao serviço, sem abolir privilégio nobre. Reformas foram financiadas por tributação, recrutamento e trabalho compulsório. Artesãos estrangeiros e r

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Volume 10Capítulo 8

8. Poderes africanos e economias em transformação

Entre 1700 e 1850, sociedades africanas viveram crescimento urbano, expansão estatal, migração, reforma religiosa, guerra, comércio e criação cultural. Relações atlânticas foram importantes, mas não explicam todo o continente. Saara, mar Vermelho, oceano Índico, rios e mercados internos conectavam regiões em escalas diferentes. Fontes incluem tradições orais, arqueologia, escritos árabes e ajami, registros de corte, relatos af

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Volume 10Capítulo 9

9. Escravização atlântica, resistência e abolições

O tráfico transatlântico atingiu sua maior escala no século XVIII. Navios de Portugal e Brasil, Grã-Bretanha, França, Países Baixos, Espanha, Estados Unidos e outros transportaram pessoas capturadas em diferentes regiões africanas. Portos, bandeiras e destinos mudaram ao longo do tempo; bases como SlaveVoyages reconstroem viagens documentadas e estimam lacunas. O termo comércio triangular simplifica circuitos que podiam ligar

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Volume 10Capítulo 10

10. Iluminismos, reformas e esfera pública

Iluminismo não foi um manifesto único. Autores discutiram razão, religião, comércio, ciência, governo, história e costumes em contextos britânicos, franceses, alemães, italianos, ibéricos, americanos e outros. Alguns criticaram escravidão e império; outros justificaram hierarquias raciais ou coloniais. A circulação de ideias envolvia tradução, adaptação e censura. Salões, academias, universidades, lojas maçônicas, cafés, socie

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